sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Gilvan brinca com chapéu mas ameniza disputa de contratações com o rival


Gilmar Laignier/Superesportes
Dois chapéus em uma negociação. Iso foi envolvendo a contratação de Ricardo Goulart pelo Cruzeiro. Mas a história começa bem antes, quando o Cruzeiro negociava com Ricardo Goulart, e o presidente do Atlético, Alexandre Kalil, chegou a anunciar a contratação do jogador. O Cruzeiro devolveu o chapéu, e foi quem realmente acertou com Ricardo Goulart. Como não bastasse a primeira disputa, Dagoberto anunciado nesta semana pelo Cruzeiro. O jogador conversava com o Atlético antes da Raposa.

Diante disso, um sócio-torcedor celeste, nesta sexta-feira, foi ao Mineirão na apresentação dos atletas, e levou um chapéu para tirar sarro do rival. O torcedor se encontrou com Gilvan, que colocou o chapéu e tiraram uma fotografia.

”O chapéu é para simbolizar as transações deste ano. Ficamos sabendo que em algumas contratações do Cruzeiro o presidente Gilvan e o Alexandre Mattos conseguiram passar à frente de muita gente, inclusive do nosso grande rival, então o chapéu é para simbolizar isso” , disse o torcedor ao Superesportes.

“Nunca fui pessoa de usar o clube para essas coisas e jamais passou pela minha cabeça dar chapéu em alguém. O Ricardo Goulart, quando foi anunciado como um atleta contratado pelo nosso principal adversário, ele já era atleta contratado pelo Cruzeiro. Já tínhamos contrato assinado pelo atleta há muito tempo. Quando aquilo foi anunciado, achamos até graça. Tinha certeza que não havia acontecido isso e sabíamos que não estávamos tomando chapéu nem sido passado para trás. Quando divulgamos, não foi com intenção de dar chapéu em ninguém. No futebol, é necessário ter seriedade de respeito com os adversários”, disse Gilvan.

“Sobre o Dagoberto, a imprensa sempre ouviu que não havia nada concretizado. Nós vendemos nosso jogador de mais prestígio com a torcida, juntamente com o goleiro Fábio, e a torcida reclamava a contratação de um jogador para suprir a ausência dele. O Dagoberto estava disponível, conversamos com o clube. Procuramos o atleta, o empresário e realizamos a contratação, mas sem intuito (de dar chapéu no Atlético)”, completou.

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